quinta-feira, 17 de abril de 2008





Design de Ambiente

O Design de Ambiente é a vertente do Design que preocupa-se com a composição, concepções e montagem de um ambiente em padrões, estilos e técnicas relacionando a arte ao dia-a-dia. O design de ambientes divide-se em duas especializações: o Design de Interiores e o Design de Iluminação.

Arrital Cucine Area kitchen showing lighted cabinets

Design de Interiores

O design de interiores, confundido por vezes com decoração de interiores, é uma técnica cenográfica, visual e arquitetônica de composição e decoração de ambientes internos (cômodos, casas, residências, escritórios, palácios etc.).
Consiste na arte e prática de planejar e arranjar espaços, escolhendo e/ou combinando os diversos elementos de um ambiente estabelecendo relações
estéticas e funcionais que dependam do fim a que este se destina.

O profissional formado em Design de Interiores chama-se Designer de Interiores, projeta ambientes, utilizando e combinando cores, materiais, texturas e dispondo móveis e acessórios. Ele estuda em detalhes da área a ser criada ou reformulada, monta o orçamento e o cronograma da obra, desenha mobiliários e elementos que vão compor esse espaço, a disposição dos móveis, escolhe os adornos e revestimentos de pisos, paredes e tetos, sempre atento ao desejo do cliente, à estética e a funcionalidade do local. Pode projetar também salas comerciais, residências ou espaços em bancos, escritórios, consultórios e lojas. Esse profissional costuma trabalhar como autônomo, mas pode atuar, também, como funcionário de empresas especializadas em decoração e design de interiores ou ainda como consultor em lojas de móveis. É claro que o gosto do cliente deve ser respeitado, porém a experiência e seriedade do profissional falam mais alto.

Signorini Rubinetterie Zeus lavatory faucet round version
Signorini Rubinetterie Zeus floor mount faucets installed in pair

Para exercer a profissão de designer de interiores é necessário uma gama de conhecimentos que vão deste história da arte, ergonomia e psicologia ambiental, entre outros.

Redwitz Rondo round fireplace in refined steel


Valcucine Artematica Vitrum Arte kitchen in greyValcucine Arte kitchen with cupboard and cabinets used to display modern art
Bergmann Bruno Banani modular wall unit for a flat tv
Bergmann Bruno Banani sofas in leatherBergmann Bruno Banani two-level coffee tableBergmann Bruno Banani dining table with chairs and cupboards

Design de Iluminação

Design de iluminação é a área do design que se ocupa do projeto do uso da luz interna e externa dos ambientes, com fontes naturais e artificiais. Devido à complexidade da iluminação, os métodos empregues pelos especialistas em design de iluminação são essencialmente decorativos, preocupados com o bem-estar e com a funcionalidade de seu projeto.





O designer de Iluminação não só cria e projeta produtos como abajur, lustres etc. Seu trabalho é também dar luz á um ambiente, mudá-lo usando apenas os recursos de luz e sombra, que além de deixarem o ambiente bonito, dão utilidade e conforto ao cliente.

Cesar Yara Kitchen in teak with matching cabinets and storage
Cesar Yara Kitchen in walnut finish
Cesar Yara kitchen islandGiemmegi Americana Kitchen in coffee beige
Derosso Velve kitchen islandDerosso Velve counterEggersmann Memfizz kitchen in multiple colorsEggersmann Memfizz kitchen island counter with bar stools

Fonte: Wikipedia & Google

Imagens: http://www.trendir.com/

http://cubeme.com/blog/


Postado por Ricardo Carvalho

segunda-feira, 14 de abril de 2008






Hoje em dia, tudo no mercado é voltado para o lucro e para as vendas. As empresas se matam e encaram a concorrência como se fosse uma vida em perigo. Com o tempo, não apenas os produtos evoluíram, mas com eles evoluíram também a sua forma em mostrar para o cliente o que está em jogo. Nada melhor que agradar o cliente para conquistá-lo. E para agradar, é necessário investir pesado na marca, através do design.

Hoje é possível entra em um website, por exemplo, como se estivéssemos entrando em uma verdadeira loja. Podemos ver em 360° hotéis que iremos nos hospedar, restaurantes que iremos comer, etc. Isso tudo é resultado da evolução do design em pensar no cliente.

Um produto de uma determinada marca carrega todas as informações de uma empresa. A qualidade, dinâmica, custos, durabilidade e utilidade são características cruciais para que um produto ou marca avancem no mercado.

MENTE A FRENTE DESIGN

Dar valor ao produto.


"Na Sony, supomos que todos os produtos de nossos concorrentes terão basicamente a mesma tecnologia, o mesmo preço, o mesmo desempenho e as mesmas características. O design é a única coisa que diferencia um produto do outro no mercado."Norio Ohga, presidente e CEO, Sony.



O design de produto hoje, é o diferencial da empresa. Cada vez mais competitivo, o mercado está gerando um número excessivo de produtos semelhantes, com a mesma tecnologia, o mesmo preço, o mesmo desempenho e as mesmas características. Essa avalanche de opções acaba confundindo o consumidor que tem dificuldade em perceber essas diferenças, e em atribuir a elas o seu devido valor. Desse modo, de maneira crescente, muitas indústrias e firmas utilizam o design como forma de se diferenciar das demais.

A fabricação de objetos de design requer investimentos e ainda são poucas as empresas que pensam em uma Gestão do Design. Assim, o grande desafio do profissional é conscientizar o empresário de que um objeto sem design é um produto de risco. O design agrega valor ao produto em termos de estética, ergonomia, conforto e funcionalidade, além de ser um elemento muito importante na racionalização da produção. O designer, no contexto do mercado globalizado, deve estar apto a atuar com visão estratégica, contribuindo para aumentar a competitividade do produto brasileiro. A indústria brasileira, por exemplo, busca ampliar seu mercado interno e conquistar o externo. Para que ela possa se colocar em condições de disputar o mercado de consumo com indústrias estrangeiras, faz-se imprescindível que focalize sua atenção na racionalização da produção e conseqüente redução do custo de seus produtos. Cabe ao designer mostrar a importância e as possibilidades de se fazer do design uma ferramenta de gestão empresarial e como inovação, atuando em todas as etapas do processo e não só no final.








Dar valor à marca.


Mercedez Benz. Quando visualizamos a estrela, símbolo da marca, no que pensamos? Geralmente, que teremos um produto com excelente engenharia, qualidade acima da média e preço correspondente. A estrela nos faz pensar também em um símbolo de status e riqueza, mas, acima de tudo, dinheiro bem gasto. Para a marca que queremos administrar, também é preciso pensar, além das características particulares que queremos que ela represente, no seu posicionamento genérico.




Antes de partir para a criação da marca, é desejável que as pessoas envolvidas (sócios,
diretores, gerentes, trabalhadores) tenham uma idéia clara do que querem vender e que
imagem pretendem passar. Os profissionais da marca chamam a isso a definição da
IDENTIDADE CORPORATIVA e inclui um extenso trabalho de entrevistas, debates e exercícios de criatividade, na maioria dos casos realizados por profissionais experientes.


A marca de uma empresa marca o consumidor. Através da imagem, o consumidor se identifica com a marca ou logotipo. A marca é o "cartão de visita" do consumidor. A exposição dela é tã frequente que de cara sabemos o que estamos vendo, do que se trata, ou seja, sabemos tudo da empresa através de uma marca. Aqui temos alguns exemplos.












Postado por Ricardo Carvalho

quarta-feira, 9 de abril de 2008






O design está e esteve presente em todas as épocas e civilizações do mundo, nos mais variados campos.Na religião não poderia ser diferente, tanto na decoração dos templos quanto na arquitetura das monumentais catedrais.


Estilo Românico






O estilo românico é um estilo de arquitetura caracterizado por construções austeras e robustas, com paredes grossas e minúsculas janelas. A principal função destas estruturas era a de resistir aos ataques dos inimigos. Este estilo é predominante durante a Idade Média.





Arquitetura românica de peregrinação





Planta da Igreja Românica





Cluny e Santiago de Compostela são provavelmente os melhores exemplos de igrejas de peregrinação.
A
planta é em cruz latina com 3 a 5 naves abobadadas em pedra. A cabeceira ou charola é constrituída por ábside, absidíolos e deambulatório. Estas igrejas eram dotadas para receber grandes multidões e procissões, pelo que havia a necessidade do deambulatório, que permitia o decorrer normal das cerimónias simultaneamente com as procissões passando atrás do altar. O trifório, galeria semi abobadada aberta para a nave central, era colocado sobre as naves laterias mais baixas, iluminado pelo clerestório. O narthex precedia a entrada e era reservado aos catecúmenos. No alçado da entrada são colocadas 2 torres ou westwerk.
O sistema estrutural é conseguido através de
contrafortes para suportar o peso, paredes compactas e poucas aberturas, cobertura em abóbada de canhão e abóbada de aresta na nave central. É feita uma divisão vertical em 2 planos, com uma galeria espaçosa sobre os arcos principais, os arcos laterais e transversais do interior são sustentados por apoios independentes.




Igrejas românicas de cúpula

Igrejas românicas de cúpula são igrejas com cúpulas seriadas (próprias do oeste e sul de França), influência directa da arquitetura muçulmana e bizantina. Possuem uma nave única muito ampla, em alguns casos com um transepto saído (Solignac e Angoulême). A ábside é tão larga como a nave. A nave central é coberta por uma série de cúpulas sobre pendentes sustentadas por arcos amplos.
Em Germiny-des-Prés observamos uma
catedral com cruz grega inscrita num quadrado com uma cúpula central e cúpula nos cantos (planta em Quincunx). S.Marcos de Veneza apresenta uma planta em cruz grega em que a cúpula central se ergue muito acima da cúpula real mais baixa e em madeira.




Estilo Gótico

O gótico é um estilo arquitetônico que se desenvolveu entre os séculos XII e XV, na Idade Média, e colocava especial ênfase na leveza estrutural na iluminação das naves do interior do edifício, e que surgiu em contraposição à massividade e à deficiente iluminação interior das igrejas românicas. Desenvolveu-se fundamentalmente na arquitetura eclesiástica: catedrais, monastérios e igrejas.




Traços de decoração gótica.




Sistema Estrutural


A arquitetura de estilo gótico surge de uma modificação estrutural importante da arquitetura românica. As construções típicas são os castelos fortificados, os torreões de defesa e as catedrais. Essas inovações se apresentam da seguinte maneira: as abóbadas são construídas com nervura de pedra e enchimento de tijolo (abóbada de aresta), o que as torna muito mais leves que as abóbadas românicas; o arco preferencial deixa de ser o arco pleno e passa a ser o arco quebrado (arco ogival); os contrafortes, devido aos empuxos menores, transformam-se em arcos botantes – braços externos perpendiculares à superfície do edifício, que sustentam, nas igrejas, a arquitectura central. Os arcobotantes são uma espécie de meios arcos construídos por cima da cobertura das naves laterais entre os extradorsos da abóbada central e os botaréus. Assim escorados, eles transferiam para o exterior: para os botaréus e deles para os alicerces, as pressões das abóbadas mais altas, tornando possível o seu equilíbrio. Com abóbadas mais altas adoptaram-se arcobotantes duplos ou de dupla arcada que neutralizavam as pressões do peso

da abóbada.


Igreja no estilo Gótico


Construção de uma abóbada.



As estruturas vazadas permitem a utilização de rosáceas e vitrais com cenas religiosas. Predomina a verticalidade. As plantas seguem a forma da cruz latina e as fachadas abrigam esculturas e relevos.









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Postado por Renan Prestes




Pensar na embalagem de um produto não significa apenas pensar em como armazenar, transportar e cuidar melhor de um produto. O que é realmente importa é que o resultado da criação de uma embalagem possibilite ao consumidor uma relação afetiva, individual e única com o produto.


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Tão importante quanto a relação com o consumidor, é a identidade da empresa que a embalagem carrega. Uma embalagem deve ter a "cara" da empresa, aquela marca única e inconfundível, que passa confiança e comodidade ao consumidor. O design de embalagem envolve estudos representando além de estética e função, fatores sociais, culturais, de fabricação, de custos e de seleção de materiais que vão determinar mensagens qualitativas e quantitativas. É também, diferencial competitivo, pois através da inovação e da diferenciação o design pode criar uma personalidade capaz de conquistar a fidelidade do consumidor.

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O design de embalagens é o resultado de trabalhos entre o design de produto e o design gráfico. O designer de produto é responsável pela forma da própria embalagem, enquanto o designer gráfico trata do rótulo da embalagem.


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Esses são exemplos de moldes para montar uma embalagem de produto, feitos ainda no papel, com as estruturas planificadas. A embalagem desmontada á direita é a da famosa batata frita do McDonald's.

















A função da estratégia é fazer com que as premissas básicas do projeto sejam equacionadas e indiquem uma direção a ser seguida no processo de design para responder aos objetivos traçados.Este é o ponto central a ser considerado pois de nada adianta todo o esforço empreendido no projeto se o resultado final não for competitivo.Posicionar visualmente o produto de forma a obter a vantagem competitiva no ponto de venda é o melhor que um projeto de design de embalagem pode alcançar e a estratégia de design deve sempre buscar este objetivo.




A criatividade é necessária e desejável, mas precisa ser exercida em favor dos objetivos estratégicos do projeto.


Fotos:
http://www.thecoolhunter.net/design/The-Power-of-The-Box---Powerful-Packaging-Design/
Texto: -Wikipedia


-http://www.designbrasil.org.br/portal/opiniao/exibir.jhtml?idArtigo=909





Postado Por Ricardo Carvalho.


Livros do Grupo Mente a Frente

  • FIELL, Peter. Design the 21st century. Taschen
  • IIDA, Itiro. Design, apesar de tudo!. In: CONGRESSO INTERNACIONAL DE PESQUISA EM DESIGN - BRASIL, 1. CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM DESIGN, 5, 10 a 13 de outrubro de 2002, Brasília.
  • NIEMEYER, Lucy. Design no Brasil: origens e instalação. 3.ed. Rio de Janeiro: (DESIGN INDUSTRIAL - BRASIL; HISTORIA DO DESIGN; DESENHO INDUSTRIAL; DESIGN - EUROPA; DESIGN - ALEMANHA; BAUHAUS; ESCOLA DE ULM.)
  • SOUZA, PEDRO LUIZ PEREIRA DE: NOTAS PARA UMA HISTÓRIA DO DESIGN /. Rio de Janeiro : MODERNO; DESIGN - ORIGENS; PROTOFUNCIONALISMO; BAUHAUS; ESCOLA DE ULM.)
  • TAMBINI, Michael. O design do século: o livro definitivo do design do século XX totalmente ilustrado. 2.ed. São Paulo: Ática, 2002. 1900 p. ISBN 8508064756. (DESIGN INDUSTRIAL; HISTORIA DO DESIGN; PRODUTOS EM GERAL; DESINERS; MOVEIS; ACESSORIOS; ROUPAS; TRANSPORTE; ARTES GRAFICAS; ANUNCIOS; EMBALAGENS; OBJETOS.)